Belo fremito indômito. Carne e sangue. Sangue e flores... Humores... Calores...
Em cores vivas âmina pura em vôos dispersos num universo paralelo de mim.
Força bruta, corrupta corrusca minha alma e se atreve a despertar impune. Insone...
Solene tenta, enfrenta...
Amarga.
Febre excruciante afoga, sufoca, ignora. Derrete toda fe e força.
Mordaça.
Silencio.
Acabou!

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