Eu sou a criança que guarda a esperança
que inova e renova o
porvir;
mas sou também a jovem que anseia a vida
e, voluptuosamente, gera, pare
e alimenta.
Sou, ainda, a velha que sabe e traça e destraça nós;
que tece os
fios do destino, tensos sob suas mãos.
E, sobretudo, sou aquela que os corta,
quando tem que cortar,
inexoravelmente: Mulher.

