Desculpa!, te reconstruí tendo por base meu ideal de você. E, sinto muito, já não cabes mais no meu sonho.
Belo fremito indômito. Carne e sangue. Sangue e flores... Humores... Calores...
Em cores vivas âmina pura em vôos dispersos num universo paralelo de mim.
Força bruta, corrupta corrusca minha alma e se atreve a despertar impune. Insone...
Solene tenta, enfrenta...
Amarga.
Febre excruciante afoga, sufoca, ignora. Derrete toda fe e força.
Mordaça.
Silencio.
Acabou!